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20 de julho de 2015

Stalin e Hitler: irmáns xemelgos ou inimigos mortais?, por Domenico Losurdo



Traducimos para o galego un traballo de Domenico Losurdo publicado na revista italiana Historia Magistra o pasado ano. A través de coidadas referencias bibliográficas, o historiador italiano vai debuxando os trazos de dúas persoas, e dúas ideoloxías, absolutamente opostas. 

O autor céntrase principalmente na posición de Hitler e Stalin en temas como o racismo, a colonización ou o escravismo.

Losurdo chega a unha conclusión clara, Hitler si que semella irmán xemelgo de alguén, mais non de Stalin, senón de Churchill.

Preme aquí para visualizar ou descargar o arquivo en formato PDF.

10 de setembro de 2013

Ato histórico em defesa da Síria anti-imperialista reuniu centenas em São Paulo

Mundo Alternativo



Na última sexta-feira (06/09) no Teatro Municipal, no Centro de São Paulo, o ato em defesa da Síria anti-imperialista, reuniu várias organizações de esquerda, membros da comunidade síria e também armênios e libaneses que também estão do lado da digna e mais do que justa resistência da Síria e de seu legítimo dirigente, Bashar Al Assad, contra as provocações imperialistas.

A comunidade síria e as organizações de esquerda
marcaram presença no ato


Dia histórico que os camaradas de São Paulo, que apoiam a Síria
anti-imperialista marcaram presença!
E o recado foi dado para todos!



Camaradas armênios com a épica bandeira de Nagorno Karabakh
 também estão com a Síria anti-imperialista, lembrando que na Síria
a comunidade armênia além de ser das maiores, estão com Bashar Al Assad


Junta Armênia com a Síria e o resultado é uma histórica
e rica união entre povos que enfrentaram e derrotaram a opressão inúmeras vezes

A comunidade síria e seu total apoio com a resistência anti-imperialista
e seu legítimo dirigente Bashar Al Assad!
E a Síria não está sozinha!
E todos estaremos com a Síria, Bashar para a futura vitória anti-imperialista!

E é assim que será feito!
 

4 de setembro de 2013

Comunicado da União Geral das Mulheres (Síria)






Sobre a provável agressão dos EUA e do Ocidente a nossa Pátria Querida

   

União Geral das Mulheres (Síria)

A cada dia que passa da crise na Síria, a conspiração mundial contra nosso país aumenta a ferocidade dos países cúmplices nesta agressão, especialmente os Estados Unidos, Israel, Turquia e alguns países ocidentais e árabes, criando os cenários de ingerência e de conspiração minando assim nossas posições nacionalistas, nossa Soberania Nacional e nosso apoio aos movimentos de resistência árabes e internacionais.

Hoje, pouco mais de dois anos e meio dessa crise e depois de fracassarem em alcançar qualquer objetivo planejado, eles divulgam e propagam um ataque militar sob as diversas denominações e desculpas sendo a principal proteger a Comunidade Internacional do uso de armas químicas que, alegam, a Síria possui. 

Esses cenários e mentiras são apenas desculpas esfarrapadas para justificar seus atos de colonialismo e de destruição da Síria, tal como fizeram noutros países, como o Iraque, o Afeganistão e a Líbia, para finalmente declararem que não as tinham encontrado. 

Portanto todas as alegações não passaram de justificações para a intervenção que levou à destruição da infraestrutura dos países, matando inocentes, enfraquecendo a economia e mantendo vivo o fantasma de suas divisões sectárias.

O cenário das armas químicas surgiu depois do fracasso dos grupos terroristas em atingir seus objetivos e para minar também o trabalho dos inspetores da ONU. Surgiu depois das vitórias do Exército Árabe Sírio e para dar uma dose de esperança para esses grupos que sofreram pesadas derrotas.

Quem usou estas armas químicas (em Al-Ghouta) são os mesmos grupos terroristas que as usaram antes em Khan El Assal, em Aleppo, na tentativa de deter o avanço do Exército Sírio e as maiores provas foram os materiais encontrados e fabricados em países ocidentais e árabes. 

Muitos vídeos tinham sido colocados na net por esses grupos terroristas demonstrando seus efeitos em animais e ensinando como usá-los contra civis e contra o Exército Sírio. 

A estes há que somar o que foi encontrado na Turquia, a notícia divulgada por muitos meios de comunicação de Israel ter fornecido essas armas para esses grupos terroristas, e ainda o vídeo gravado em Duma, na Síria, onde se vê um grupo de terrorista a lançar um míssil com gás sarin.

O Exército Árabe da Síria, se porventura tiver armas dessas, nunca as usou nem usará contra seu próprio povo; e porque o faria se ele mesmo é o protetor de seus filhos? A grande prova disso é que seus próprios soldados sofreram muitas baixas e tudo o que ele faz e fazem todos os sacrificiosno cumprimento do seu DEVER plasmado na Constituição; por isso ele se tornou um Exército exemplar entre os Exércitos do Mundo.

Por isso não pode ficar de braços cruzados perante tamanhas atrocidades cometidas por grupos terroristas takfiristas que destruíram as pessoas e as pedras, que cometeram crimes hediondos contra crianças e mulheres, desde matança a estupros, apoiadas por recomendações religiosas dos takfiristas que estão longe de qualquer sentido de religião, de lógica e de humanidade. 

Não se esconde de ninguém que foi a Síria a primeira a pedir à ONU uma inspeção sobre o uso de armas químicas.

O que está a ser promovido e propagado pelos Estados Unidos e seus aliados, não é uma surpresa para nós porque já conhecemos suas mentiras. Eles usam hoje «um peso e duas medidas» sendo eles o maior promotor do terrorismo Internacional. 

Por que razão os Estados Unidos não acordaram sua consciência para as armas proibidas usadas por Israel contra os Palestinos e onde estava sua consciência quando usaram pela primeira vez sua bomba nuclear contra o Japão e, ultimamente, tudo que fizeram em sua guerra de invasão do Iraque?

Os Estados Unidos e seus aliados são Estados que espezinharam o Direito Internacional já que nunca o reconheceram ou respeitaram. 

Estão de longe de qualquer Ética, princípios ou tradição como todos podem testemunhar, inclusive os seus próprios povos que se revoltaram e demonstraram isso em manifestações; Por isso perderam sua fama de “Dama do Mundo” e continuam a agir sem consultar ninguém e ignorando a existência de novos polos mundiais que fazem o novo equilíbrio global.

Estamos na Síria de mãos dadas com a nossa liderança política e com o nosso Exército Nacional e iremos enfrentar qualquer agressão que atinja nossa Soberania Nacional; vamos defender a nossa Pátria como fizemos antes e daremos o mais caro que temos e não permitiremos que ninguém profane nossa Terra sagrada, nossa cultura, a nossa civilização e a nossa coexistência pacífica.

A União Geral das Mulheres que representa as mulheres árabes da Síria que proporcionaram o que há de mais valioso para defenderem sua Pátria, faz um apelo às mulheres do mundo livre, às organizações internacionais e a todas as associações de mulheres para que se levantem e condem esta Agressão, se solidarizem connosco face a esta conspiração e ataque americano e colonialista e repitam os slogans da Paz Mundial, o fim das Guerras e a coexistência.


4 de julho de 2013

Campaña nos EUA contra a agresión imperialista na Siria




Desenvólvense desde hai tres semanas protestas nos EUA baixo o lema “Mans fóra da Siria. Non a unha nova guerra!”.  Onte tivo lugar unha concentración en Chicago convocada polo Comité Anti Guerra de Chicago, a Coalición A.N.S.W.E.R., a Coalición 19 de Marzo e o Foro Sirio-Americano. Na imaxe, intervención do representante do Foro Sirio-Americano.

30 de maio de 2013

Barra libre de armamento contra Siria



Tanto ten que esteas na Herriko de Hernani a ler o Gara, no Club Taurino de Plasencia (de existir) absorto nas páxinas de La Gaceta, ou na barra do Chimarrão de Ferrol folleando La Voz. Diante do televexo éche o mesmo tamén sintonizar a TVG, a Sexta ou calquera das canles rococó-falanxistas da TDT. Cando da Siria se tratar, na autoestrada da información raro é atoparmos alguén que circule en dirección contraria á oficial. Non é casula que estes poucos condutores kamikazes haxa que buscalos, nas máis das veces, en modestos proxectos informativos afincados en coordenadas comunistas.

Hai uns días as empresas de comunicación facían soar as trompetas para anunciaren ao mundo que a ONU levantaba o veto á entrega de armas á “oposición siria moderada”. E dicíano así, sen botaren a gargallada e sen sinal de vergonza. Difícil condensar tanta mentira nunha soa frase:

  • Armamento: Seica alguén pode crer que até agora non recibiran armas? E non só armas, tamén adestramento, soldados e asesoramento militar  sobre o terreo. Se até prenderon non hai moito varios militares do exército sionista!
  • Oposición siria: Entre os miles de combatentes mercenarios feitos prisioneiros ou eliminados hai españois, franceses, ingleses, belgas, holandeses, alemáns, turcos, qatarís, sauditas... O complicado é dar con sirios.
  • Oposición siria moderada: Aquelas persoas que nun principio protestaban demandando reformas, vai boa que teñen unha preocupación moito maior, salvaren a vida. Algunhas estarán na casa cruzando os dedos para que uns tipos saídos do medievo non tiren a porta abaixo e maten toda a familia ao berro de Allah Akbar! Outras, as máis afoutas, ingresarían nalgunha das múltiplas milicias populares que enfrontan o feudalismo. Que unha cousa é exixir máis transparencia e outra ben distinta loitar por un Estado islámico ao servizo da oligarquía mundial.

Para cando algo remotamente semellante para Palestina, espremida pola apartheid sionista,  ou para o Pobo Saharauí, condenado á miseria pola monarquía alauíta? A hipocrisía desta institución dominada polos peores criminais non ten límites. Os poderosos queren os recursos sirios e, sobre todo,  acabar cun estorbo para os seus plans na rexión. Por agora, só as contradicións interimperialistas e a determinación das forzas patrióticas están salvando Siria. Mais, até cando?

27 de maio de 2013

Que di a Constitución siria?

Stephen Gowans
A idea de que o levantamento contra o Goberno sirio está inspirado nun movemento sedento dun Estado plural e democrático é unha ficción. Os dirixentes da oposición son islamitas que buscan estabelecer un Estado islámico sunita en troca do actual goberno sirio ao que insultan por secular e estar dominado por herexes alauítas. «Grupos ligados a Al Qaeda... controlan as filas rebeldes», sinala The Wall Street Journal.[1] «Existe frustración pola incapacidade occidental para axudar a fomentar unha oposición, política ou militar, de carácter secular para substituír Assad», comenta The New York Times.[2] «As forzas islamitas semellan estar crecendo dentro da oposición», subliña Gerald F. Seib.[3]